| spelling |
9788559690354 Pele alvo Rede de Observatórios de Segurança Outro Vários autores: Ana Flauzina, Juliana Borges, Dudu Ribeiro, Larissa Neves, Luiz Fabio Paiva, César Barreira, Ricardo Moura, Thiago Brandão, Luiz Eduardo Silva, Aiala O. Couto, Lucas Patrick, Thiago Sabino, Dália Celeste, Deila Martins, Edna Jatobá, Elton Guilherme Silva, Lila Xavier, Marcondes Brito, Maria Dalva Ferreira, Bruna Sotero, Jonas Pacheco, Nathália da Silva, Pablo Nunes, Renato Cafuzo, Thais Custodio, Wellerson Soares, Bruno Paes Manso, Francine Ribeiro - Pelo quarto ano consecutivo, o monitoramento demonstra que a população negra é a maior vítima da violência policial. De 3.171 registros de morte, com informação de cor/raça declaradas, os negros somaram 87,35% — ou 2.770 pessoas; - De 2015 a 2022, as mortes registradas como decorrentes de violência policial baiana cresceram 300%. A Bahia tem a polícia estadual mais letal dentre as monitoradas pela Rede; - Sete a cada dez vítimas no Ceará têm entre 18 e 29 anos; - Pelo terceiro ano consecutivo, o Maranhão não informa os dados de raça/cor dos mortos pela polícia; - A cada 14 horas, uma pessoa é morta por agentes de segurança do Pará; - Em Pernambuco, quase 90% das vítimas são negras; - No Piauí, das 39 mortes registradas, 22 aconteceram na capital Teresina, sendo 72,72% pessoas negras; - A polícia do Rio de Janeiro matou 1.042 pessoas negras em 2022; - Em São Paulo, os negros representem 40,26% da população e 63,90% entre os mortos pela polícia. A cada quatro horas uma pessoa negra foi morta, em 2022, pela polícia nos oito estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança. O dado é revelado no novo boletim Pele Alvo: a bala não erra o negro, que será divulgado no dia 16 de novembro. Nele, são analisadas informações sobre a cor da letalidade gerada por ação policial. Os dados foram obtidos junto a secretarias estaduais de segurança pública de Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo via Lei de Acesso à Informação (LAI). Os números reais podem ser ainda maiores, tanto pela subnotificação de casos como pelo não registro de dados sobre cor e raça, que ocorre principalmente em três estados: Maranhão, Ceará e Pará. Os maranhenses continuam a não incluir essas informações, como a Rede observa desde 2020. No Ceará, os registros foram feitos em apenas 30,26% do total. No Pará, em 33,75%. Considerando os dados oficiais disponíveis, eram negros 87,35% (ou 2.770 pessoas) dos mortos por agentes de segurança estaduais em 2022. Como nos estudos anuais precedentes, o novo monitoramento da Rede de Observatórios da Segurança demonstra o alto e crescente nível da letalidade policial contra pessoas negras. No ano passado, a Bahia ultrapassou o Rio de Janeiro no número de casos registrados nos estados incluídos no estudo. Bahia e Rio foram responsáveis por 66,23% do total dos óbitos. 2023-11-21T00:00:00Z 2023 por https://alexandria.dpu.def.br/pesquisa/titulo.jsf?codigo=4276 source
|
| description |
Vários autores: Ana Flauzina, Juliana Borges, Dudu Ribeiro, Larissa Neves, Luiz Fabio Paiva, César Barreira, Ricardo Moura, Thiago Brandão, Luiz Eduardo Silva, Aiala O. Couto, Lucas Patrick, Thiago Sabino, Dália Celeste, Deila Martins, Edna Jatobá, Elton Guilherme Silva, Lila Xavier, Marcondes Brito, Maria Dalva Ferreira, Bruna Sotero, Jonas Pacheco, Nathália da Silva, Pablo Nunes, Renato Cafuzo, Thais Custodio, Wellerson Soares, Bruno Paes Manso, Francine Ribeiro
|