Transformações recentes da matriz brasileira de geração de energia elétrica : causas e impactos principais
O Brasil tem o maior potencial hidrelétrico do mundo, metade do qual ainda por aproveitar. Entretanto, essa imensa reserva – barata e ambientalmente segura – está sendo cada vez menos utilizada, passando o abastecimento a depender cada vez mais de fontes térmicas, caras e poluentes. O esforço feito...
| Autor principal: | Abbud, Omar Alves |
|---|---|
| Outros Autores: | Tancredi, Márcio |
| Tipo de documento: | Texto |
| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
Brasília : Senado Federal, Consultoria Legislativa
2010
|
| Obter o texto integral: |
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oai:bdjur.stj.jus.br.BDSFr0:oai:www2.senado.leg.br:id-1825002017-06-09 Transformações recentes da matriz brasileira de geração de energia elétrica : causas e impactos principais Abbud, Omar Alves Tancredi, Márcio O Brasil tem o maior potencial hidrelétrico do mundo, metade do qual ainda por aproveitar. Entretanto, essa imensa reserva – barata e ambientalmente segura – está sendo cada vez menos utilizada, passando o abastecimento a depender cada vez mais de fontes térmicas, caras e poluentes. O esforço feito a partir de 1995 para abrir o setor elétrico ao investimento privado, no geral bem sucedido, sofreu significativa solução de continuidade entre 2003 e 2006, função do processo relativamente longo de revisão do modelo setorial empreendido pelo Governo. Na retomada, contudo, ficou evidente que as estratégias dos variados setores contrários à solução hidrelétrica conseguiram, na prática, estabelecer um “veto branco”, se não às usinas, ao menos à construção de reservatórios, aos quais foram impostas severas restrições. Com isso, perde o País qualidade e eficiência em seu sistema de geração de energia elétrica; perdem as atividades econômicas ribeirinhas por não ver regularizados o fluxo dos rios; perdem os consumidores, que estão pagando mais pela energia; e perde o meio ambiente, em função da crescente dependência da termeletricidade. Urge discutir esse virtual “veto branco” feito às hidrelétricas e aos seus reservatórios, registrando em corpo normativo apropriado as definições por fim alcançadas, após percorridos os caminhos regulares de tomada de decisão no âmbito do Estado. 2010-03-17T20:31:59Z 2013-04-15T12:47:04Z 2010-03-17T20:31:59Z 2013-04-15T12:47:04Z 2010-03 Texto Artigo http://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/182500 @000882264 pt_BR (Textos para Discussão; n. 69) Brasília : Senado Federal, Consultoria Legislativa |
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O Brasil tem o maior potencial hidrelétrico do mundo, metade do qual ainda por aproveitar.
Entretanto, essa imensa reserva – barata e ambientalmente segura – está sendo cada vez
menos utilizada, passando o abastecimento a depender cada vez mais de fontes térmicas,
caras e poluentes. O esforço feito a partir de 1995 para abrir o setor elétrico ao investimento
privado, no geral bem sucedido, sofreu significativa solução de continuidade entre 2003 e
2006, função do processo relativamente longo de revisão do modelo setorial empreendido
pelo Governo. Na retomada, contudo, ficou evidente que as estratégias dos variados setores
contrários à solução hidrelétrica conseguiram, na prática, estabelecer um “veto branco”, se
não às usinas, ao menos à construção de reservatórios, aos quais foram impostas severas
restrições. Com isso, perde o País qualidade e eficiência em seu sistema de geração de
energia elétrica; perdem as atividades econômicas ribeirinhas por não ver regularizados o
fluxo dos rios; perdem os consumidores, que estão pagando mais pela energia; e perde o
meio ambiente, em função da crescente dependência da termeletricidade. Urge discutir esse
virtual “veto branco” feito às hidrelétricas e aos seus reservatórios, registrando em corpo
normativo apropriado as definições por fim alcançadas, após percorridos os caminhos
regulares de tomada de decisão no âmbito do Estado. |
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