Doctrine microbienne de la fièvre jaune et ses inoculations préventives : rapport des études expérimentales sur cette maladie présenté au Gouvernement Impérial du Brésil

No verão de 1879-1880, um catedrático da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Domingos José Freire, anunciou a descoberta de uma alga que julgava ser a causadora da febre amarela. Desenvolveu uma vacina contra a doença que gerou uma das maiores polêmicas científicas e sociais da época. Em 1883,...

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Autor principal: Freire, Domingos, 1843-1899.
Tipo de documento: Livro
Idioma: Português
Publicado em: Rio de Janeiro : Imprimerie Nationale, 1885. 2012
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spelling oai:bdjur.stj.jus.br.BDSFr5:oai:www2.senado.leg.br:id-2427692017-06-20 Doctrine microbienne de la fièvre jaune et ses inoculations préventives : rapport des études expérimentales sur cette maladie présenté au Gouvernement Impérial du Brésil Freire, Domingos, 1843-1899. No verão de 1879-1880, um catedrático da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Domingos José Freire, anunciou a descoberta de uma alga que julgava ser a causadora da febre amarela. Desenvolveu uma vacina contra a doença que gerou uma das maiores polêmicas científicas e sociais da época. Em 1883, Domingos Freire vacinou cerca de 12.000 mil habitantes do Rio de Janeiro e de outras cidades brasileiras. Também envolvido na questão, o governo norte-americano, por meio do Report on the etiology and prevention of yellow fever, da American Public Health Association - documento aceito pela comunidade científica internacional - acabou provando ser ineficaz a vacina e fracassada a tentativa dos sul-americanos em isolar o micróbio. Descobriu-se, em 1899, que a transmissão da doença se dava pelo mosquito Aedes aegypti e, posteriormente, em 1929, que o verdadeiro agente da febre amarela era um vírus. A vacina contra a febre amarela é fruto do trabalho do médico sul-africano Max Theiler que, em 1937, desenvolveu a vacina nos laboratórios da Fundação Rockefeller. A presente obra, que reflete ainda a crença de José Freire em seus estudos, representa um dos momentos importantes da história da bacteriologia no Brasil e de um de seus precursores. 2012-08-14T18:48:34Z 2013-04-17T14:22:12Z 2012-08-14T18:48:34Z 2013-04-17T14:22:12Z 1885 Livro Texto http://www2.senado.gov.br/bdsf/item/id/242769 http://www2.senado.gov.br/bdsf/item/id/242769 RVBI 000033817 pt_BR Blake, Sacramento. Diccionario bibliographico brazileiro. Rio de Janeiro : Typ. nacional, 1883-1902. v. 2, p. 215. Rio de Janeiro : Imprimerie Nationale, 1885.
institution Senado Federal
collection Senado Federal
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description No verão de 1879-1880, um catedrático da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Domingos José Freire, anunciou a descoberta de uma alga que julgava ser a causadora da febre amarela. Desenvolveu uma vacina contra a doença que gerou uma das maiores polêmicas científicas e sociais da época. Em 1883, Domingos Freire vacinou cerca de 12.000 mil habitantes do Rio de Janeiro e de outras cidades brasileiras. Também envolvido na questão, o governo norte-americano, por meio do Report on the etiology and prevention of yellow fever, da American Public Health Association - documento aceito pela comunidade científica internacional - acabou provando ser ineficaz a vacina e fracassada a tentativa dos sul-americanos em isolar o micróbio. Descobriu-se, em 1899, que a transmissão da doença se dava pelo mosquito Aedes aegypti e, posteriormente, em 1929, que o verdadeiro agente da febre amarela era um vírus. A vacina contra a febre amarela é fruto do trabalho do médico sul-africano Max Theiler que, em 1937, desenvolveu a vacina nos laboratórios da Fundação Rockefeller. A presente obra, que reflete ainda a crença de José Freire em seus estudos, representa um dos momentos importantes da história da bacteriologia no Brasil e de um de seus precursores.
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