L’anthropologie criminelle et ses récents progrès

Cesare Lombroso foi um médico e cientista italiano, nascido em 06.11.1835, em Verona. Formou-se em Medicina, na Universidade de Pavia (1858), e em Cirurgia, na Universidade de Gênova (1859). Foi professor em várias universidades, ministrando aulas de Medicina legal, psiquiatria e antropologia crimin...

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Autor principal: Lombroso, Cesare
Tipo de documento: Livro
Idioma: Français
Publicado em: Félix Alcan 2009
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spelling oai:bdjur.stj.jus.br.col_2011_12:oai:localhost:2011-251382024-05-28 L’anthropologie criminelle et ses récents progrès Lombroso, Cesare Antropologia criminal Criminologia Cesare Lombroso foi um médico e cientista italiano, nascido em 06.11.1835, em Verona. Formou-se em Medicina, na Universidade de Pavia (1858), e em Cirurgia, na Universidade de Gênova (1859). Foi professor em várias universidades, ministrando aulas de Medicina legal, psiquiatria e antropologia criminal. Escreveu diversas obras com repercussão em seu tempo. Foi diretor do asilo mental de Pesaro e do manicômio de Pádua, cargos que, aliados ao exercício da psiquiatria, permitiram que Lombroso coletasse dados que fundamentariam suas teorias no campo da caracterologia. Suas idéias, parcialmente influenciadas pelo evolucionismo, relacionavam as características físicas às sociopatias e psicopatologias criminais. Sua teoria foi cientificamente desacreditada, mas conseguiu chamar a atenção para a importância dos estudos da mente criminosa, sendo precursora da antropologia criminal e da atual criminologia. Apesar das críticas, Lombroso exerceu importante influência no Direito Penal, sendo dos primeiros a defender a implantação de medidas preventivas ao crime, tais como a educação, a iluminação pública, o policiamento ostensivo, além de outras mudanças benéficas adotadas por legisladores criminais de todo o mundo, numa época em que o Direito Penal tentava desvencilhar-se da teologia e da superstição. Lombroso inspirou criminologistas e juristas europeus e brasileiros, como Émile Zola, Anatole France, Kraepelin, Enrico Ferri, Tobias Barreto, Raimundo Nina Rodrigues e João Vieira de Araújo. Morreu em 19.10.1909, em Turim, Itália. 2009-10-22T17:01:03Z 2009-10-22T17:01:03Z 1901 Livro LOMBROSO, Cesare. L’anthropologie criminelle et ses récents progrès. 4. ed., rev. et augm. d’une Préface Nouvelle. BDJur, Brasília, DF, 22 out. 2009. Disponível em: <http://bdjur.stj.jus.br/dspace/handle/2011/25138>. LOMBROSO, Cesare. L’anthropologie criminelle et ses récents progrès. 4. ed., rev. et augm. d’une Préface Nouvelle. Paris: Félix Alcan, 1901. 187 p., il. http://bdjur.stj.jus.br/dspace/handle/2011/25138 fr open access Félix Alcan
institution STJ
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Criminologia
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Lombroso, Cesare
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description Cesare Lombroso foi um médico e cientista italiano, nascido em 06.11.1835, em Verona. Formou-se em Medicina, na Universidade de Pavia (1858), e em Cirurgia, na Universidade de Gênova (1859). Foi professor em várias universidades, ministrando aulas de Medicina legal, psiquiatria e antropologia criminal. Escreveu diversas obras com repercussão em seu tempo. Foi diretor do asilo mental de Pesaro e do manicômio de Pádua, cargos que, aliados ao exercício da psiquiatria, permitiram que Lombroso coletasse dados que fundamentariam suas teorias no campo da caracterologia. Suas idéias, parcialmente influenciadas pelo evolucionismo, relacionavam as características físicas às sociopatias e psicopatologias criminais. Sua teoria foi cientificamente desacreditada, mas conseguiu chamar a atenção para a importância dos estudos da mente criminosa, sendo precursora da antropologia criminal e da atual criminologia. Apesar das críticas, Lombroso exerceu importante influência no Direito Penal, sendo dos primeiros a defender a implantação de medidas preventivas ao crime, tais como a educação, a iluminação pública, o policiamento ostensivo, além de outras mudanças benéficas adotadas por legisladores criminais de todo o mundo, numa época em que o Direito Penal tentava desvencilhar-se da teologia e da superstição. Lombroso inspirou criminologistas e juristas europeus e brasileiros, como Émile Zola, Anatole France, Kraepelin, Enrico Ferri, Tobias Barreto, Raimundo Nina Rodrigues e João Vieira de Araújo. Morreu em 19.10.1909, em Turim, Itália.
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