Direito bancário

Discorre sobre o dever dos bancos de, além do sigilo bancário e do dever de informação, vigiar as operações realizadas pelos clientes. Aborda o princípio da não ingerência, e dispõe sobre as anomalias e irregularidades evidentes, além das formas de reação do banqueiro na presença dessas anomalias. T...

ver mais

Autor principal: Zanetti, Robson
Tipo de documento: Artigo
Idioma: Português
Publicado em: 2008
Assuntos:
Obter o texto integral:
id oai:bdjur.stj.jus.br.col_2011_17:oai:localhost:2011-17760
recordtype stj
spelling oai:bdjur.stj.jus.br.col_2011_17:oai:localhost:2011-177602024-05-28 Direito bancário Zanetti, Robson Direito bancário Sigilo bancário Operação bancária Lavagem de dinheiro Tráfico de droga Bancos e operações bancárias Estabelecimento bancário Discorre sobre o dever dos bancos de, além do sigilo bancário e do dever de informação, vigiar as operações realizadas pelos clientes. Aborda o princípio da não ingerência, e dispõe sobre as anomalias e irregularidades evidentes, além das formas de reação do banqueiro na presença dessas anomalias. Também ressalta o dever de vigilância do banqueiro frente ao interesse da coletividade e que os estabelecimentos de créditos e outros intermediários financeiros são obrigados a controlar a identidade de seus clientes, mesmo ocasionais. 2008-09-16T20:17:46Z 2008-09-16T20:17:46Z 2008 Artigo ZANETTI, Robson. Direito bancário. BDJur, Brasília, DF, 13 set. 2008. Disponível em: <http://bdjur.stj.jus.br//dspace/handle/2011/17760>. http://bdjur.stj.jus.br/dspace/handle/2011/17760 pt_BR open access
institution STJ
collection STJ
language Português
topic Direito bancário
Sigilo bancário
Operação bancária
Lavagem de dinheiro
Tráfico de droga
Bancos e operações bancárias
Estabelecimento bancário
spellingShingle Direito bancário
Sigilo bancário
Operação bancária
Lavagem de dinheiro
Tráfico de droga
Bancos e operações bancárias
Estabelecimento bancário
Zanetti, Robson
Direito bancário
description Discorre sobre o dever dos bancos de, além do sigilo bancário e do dever de informação, vigiar as operações realizadas pelos clientes. Aborda o princípio da não ingerência, e dispõe sobre as anomalias e irregularidades evidentes, além das formas de reação do banqueiro na presença dessas anomalias. Também ressalta o dever de vigilância do banqueiro frente ao interesse da coletividade e que os estabelecimentos de créditos e outros intermediários financeiros são obrigados a controlar a identidade de seus clientes, mesmo ocasionais.
format Artigo
author Zanetti, Robson
title Direito bancário
title_short Direito bancário
title_full Direito bancário
title_fullStr Direito bancário
title_full_unstemmed Direito bancário
title_sort direito bancário
publishDate 2008
url http://bdjur.stj.jus.br/dspace/handle/2011/17760
_version_ 1806208775458127872
score 12,572395