Verticalização de coligações e voto no Brasil : as urnas e a coerência ideológico/partidária entre 1998 e 2006
O objetivo do paper é mostrar se na prática, ou seja, em termos de resultados eleitorais efetivos, a verticalização de coligações partidárias em eleições nacionais e regionais brasileiras pode ou não ser considerada funcional para os principais partidos políticos que participaram das três últimas di...
| Autor principal: | Cervi, Emerson Urizzi |
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| Outros Autores: | Tribunal Superior Eleitoral |
| Tipo de documento: | Outro |
| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
2022
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| Assuntos: | |
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| Resumo: |
O objetivo do paper é mostrar se na prática, ou seja, em termos de resultados
eleitorais efetivos, a verticalização de coligações partidárias em eleições nacionais
e regionais brasileiras pode ou não ser considerada funcional para os principais
partidos políticos que participaram das três últimas disputas nacionais. Para tanto,
são analisados os desempenhos eleitorais do PT e PSDB, que apresentaram
candidatos a presidente da república em 1998 (antes da verticalização), 2002
(durante a vigência da regra imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral) e 2006 (após
o fim da obrigatoriedade). Com as médias dos percentuais de votos obtidos pelos
partidos em todos os cargos em disputa e por Estado, comparados à reprodução
ou não das coligações nacionais, busca-se identificar se a verticalização eleitoral
apresentou efeito no número de votos dos candidatos e partidos analisados em
âmbito nacional e nos Estados. |
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