Proibição de coligações nas eleições proporcionais e fragmentação partidária : breve análise sobre as eleições municipais de 2020 nas capitais brasileiras
Analisa a proibição de coligações nas eleições proporcionais e seus efeitos sobre a fragmentação partidárias nas eleições municipais de 2020 nas capitais brasileiras. A partir da revisão da literatura de autores da Ciência Política e dos dados das estatísticas eleitorais disponíveis na página do TSE...
| Autor principal: | Martins, Breno Ramos Guimarães |
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| Outros Autores: | Tribunal Superior Eleitoral |
| Tipo de documento: | Artigo |
| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
2022
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| Assuntos: | |
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| Resumo: |
Analisa a proibição de coligações nas eleições proporcionais e seus efeitos sobre a
fragmentação partidárias nas eleições municipais de 2020 nas capitais brasileiras. A partir da revisão da literatura
de autores da Ciência Política e dos dados das estatísticas eleitorais disponíveis na página do TSE,
buscou-se analisar os efeitos da proibição de coligação nas eleições proporcionais sobre a fragmentação
partidárias nas capitais brasileiras após as eleições de 2020. Os resultados obtidos apontam que, de modo
geral, continua o processo de fragmentação partidárias nas Câmaras Municipais das capitais brasileiras e
que houve o aumento de candidatos a vereador em quase todas as capitais. A principal conclusão desse
trabalho é que a fragmentação partidária continuou em quase todas as Câmaras Municipais das capitais,
mesmo após a proibição de coligações nas eleições proporcionais. |
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