A modernidade líquida a justiça eleitoral

Busca elencar as características básicas que definem a Modernidade Líquida, segundo Zygmunt Bauman, em contraste com a Modernidade Sólida. Em seguida, trata do anseio da própria sociedade por Eleições justas, seguras e legítimas, devido ao ambiente de constante mudança que é típico da atual fase da...

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Autor principal: Abreu, Sérgio Luis Versolato de
Outros Autores: Tribunal Superior Eleitoral
Tipo de documento: Artigo
Idioma: Português
Publicado em: 2022
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Resumo: Busca elencar as características básicas que definem a Modernidade Líquida, segundo Zygmunt Bauman, em contraste com a Modernidade Sólida. Em seguida, trata do anseio da própria sociedade por Eleições justas, seguras e legítimas, devido ao ambiente de constante mudança que é típico da atual fase da modernidade. A Justiça Eleitoral surge no esteio de trazer segurança e estabilidade às Eleições, mas esta situação em tempos de modernidade líquida gera um aumento da ambiguidade da própria Justiça Eleitoral. O desenvolvimento tecnológico e a sociedade em mudança criam situações que precisam ser resolvidas, e a resposta dada em uma Eleição não supre a resolução de um novo problema. Por fim, se analisa qual o futuro da própria Justiça Eleitoral em tempos de modernidade líquida. Buscar para a Justiça Eleitoral um caminho entre o desenvolvimento tecnológico e uma sociedade em constante desenvolvimento e a garantia de uma disputa eleitoral equânime e equilibrada entre os candidatos.