(I)migrações na campanha presidencial : Marechal Hermes versus Conselheiro Rui
Na sucessão de Afonso Pena, vários nomes foram cogitados até que se apresentassem finalmente as duas candidaturas à presidência da República que se enfrentaram em 1910. Primeiro, consolidou-se o nome do marechal Hermes da Fonseca. Dentre os diversos pontos que compunham sua plataforma eleitoral, o c...
| Autor principal: | Borges, Vera Lúcia Bogéa |
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| Outros Autores: | Tribunal Superior Eleitoral |
| Tipo de documento: | Outro |
| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
2020
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| Assuntos: | |
| Obter o texto integral: |
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| Resumo: |
Na sucessão de Afonso Pena, vários nomes foram cogitados até que se apresentassem finalmente as duas candidaturas à presidência da República que se enfrentaram em 1910. Primeiro, consolidou-se o nome do marechal Hermes da Fonseca. Dentre os diversos pontos que compunham sua plataforma eleitoral, o candidato destacou a compreensão do Brasil como uma nação em constituição e não um país já pronto. Desta forma, os braços para a lavoura viriam da corrente imigratória que devia ser contínua e, muitas vezes, no passado sofreu reveses com a ocorrência de epidemias e endemias que assolavam o país. Já em agosto de 1909, a chapa contestatória concretizou-se com Rui Barbosa. O candidato civilista dedicou um item inteiro à imigração e destacou três premissas econômicas e sociais para garantir com sucesso o afluxo de estrangeiros: justiça segura, subsistência barata e viação suficiente. |
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