Entre o traço e o palanque : tecnocracia e personalismo político no PSD catarinense (1960-1965)
A política catarinense de meados da década de 1960 apresentou uma característica fundamental: a coexistência de diferentes elites políticas. E dentro do PSD (Partido Social Democrático) estadual esta foi uma característica marcante. De um lado, um grupo de larga tradição, voltado para uma ação de ca...
| Autor principal: | Raupp, Marcelo Coelho |
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| Outros Autores: | Tribunal Superior Eleitoral |
| Tipo de documento: | Outro |
| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
2020
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| Assuntos: | |
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| Resumo: |
A política catarinense de meados da década de 1960 apresentou uma característica fundamental: a coexistência de diferentes elites políticas. E dentro do PSD (Partido Social Democrático) estadual esta foi uma característica marcante. De um lado, um grupo de larga tradição, voltado para uma ação de caráter mais personalista, geralmente identificada por práticas tidas como "clientelistas" e "populistas". De outro, pela emergência de certas demandas técnico-administrativas dentro dos aparelhos estatais, provenientes de um ímpeto de modernização, entram em cena personagens atrelados a um diferente perfil, construído por uma perspectiva tecnocrata. |
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