Os protestos de 2013 e 2015 e o impacto na eleição de 2018
Busca aferir se em alguma proporção os protestos de 2013 e 2015 reverberaram nas urnas no pleito de 2018. Para tanto se parametrizou um quase experimento natural utilizando-se dados do Google Trends sobre a distribuição de interesse em protestos (como recorte temporal considerou-se o período de 2013...
| Principais autores: | Moraes, Thiago Perez Bernardes de, Santos, Romer Mottinha |
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| Outros Autores: | Tribunal Superior Eleitoral |
| Tipo de documento: | Artigo |
| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
2021
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| Assuntos: | |
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| Resumo: |
Busca aferir se em alguma proporção os protestos de 2013 e 2015 reverberaram nas urnas no pleito de 2018. Para tanto se parametrizou um quase experimento natural utilizando-se dados do Google Trends sobre a distribuição de interesse em protestos (como
recorte temporal considerou-se o período de 2013 e 2015) e também dada sobre a distribuição de votos válidos em 2018. Os resultados mostram que em ambos os
turnos a votação de Fernando Haddad foi atingida de forma negativa pelo efeito
protestos, o que por outro lado fez que uma parcela consistente de votos migrasse
preferencialmente para os candidatos Jair Bolsonaro, Geraldo Alckmin e Marina
Silva (apesar do baixo desempenho eleitoral de Alckmin e Marina). |
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