Participação, pluralismo e autonomia das lideranças : Partido dos Trabalhadores, Frente Ampla e Partido Socialista do Chile em perspectiva comparada
Compara o Partido dos Trabalhadores (PT), a Frente Ampla (FA) e o Partido Socialista do Chile (PS) no que se refere ao grau de autonomia adquirido por suas lideranças. Para tanto, considera quatro fatores explicativos, todos vinculados ao desenvolvimento organizacional de cada partido: a influência...
| Autor principal: | Melo, Carlos Ranulfo |
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| Outros Autores: | Tribunal Superior Eleitoral |
| Tipo de documento: | Artigo |
| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
2021
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| Assuntos: | |
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| Resumo: |
Compara o Partido dos Trabalhadores (PT), a Frente Ampla (FA) e o
Partido Socialista do Chile (PS) no que se refere ao grau de autonomia adquirido
por suas lideranças. Para tanto, considera quatro fatores explicativos, todos vinculados
ao desenvolvimento organizacional de cada partido: a influência das bases
no processo decisório; o balanço de poder entre os diversos grupos no interior
de cada partido; a distância ideológica entre esses grupos; e a existência ou não
de uma única liderança capaz de servir como ponto de referência e aglutinação
do partido. A análise mostra que a maneira como estes fatores se combinaram na
trajetória da FA permitiu que o partido mantivesse uma dinâmica consociativa e
uma forte responsividade da liderança perante sua base, o que não foi verificado
nos outros dois casos. |
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