Nível de agregação importa? Testando modelos de análise geoespacial aplicados a resultados eleitorais brasileiros
Trata de questões metodológicas em inferências ecológicas com resultados eleitorais. O objetivo é verificar se as escalas de agregação importam para as explorações com dados eleitorais no Brasil. Aplicamos os mesmos testes de autocorrelação, aos votos do PT no segundo turno do pleito presidencial de...
| Principais autores: | Gonçalves, Ricardo Dantas, Cervi, Emerson Urizzi |
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| Outros Autores: | Tribunal Superior Eleitoral |
| Tipo de documento: | Outro |
| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
2021
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oai:bdjur.stj.jus.br.col_bdtse_4134:oai:localhost:bdtse-93582024-10-14 Nível de agregação importa? Testando modelos de análise geoespacial aplicados a resultados eleitorais brasileiros Gonçalves, Ricardo Dantas Cervi, Emerson Urizzi Tribunal Superior Eleitoral Eleição Geografia eleitoral Trata de questões metodológicas em inferências ecológicas com resultados eleitorais. O objetivo é verificar se as escalas de agregação importam para as explorações com dados eleitorais no Brasil. Aplicamos os mesmos testes de autocorrelação, aos votos do PT no segundo turno do pleito presidencial de 2014, em cinco unidades espaciais de análise: 1) Municípios e 2) Zonas Eleitorais; (considerando todo o território nacional); 3) Locais de Votação, 4) Bairros e 5) Zonas Eleitorais (considerando as unidades inframunicipais de Curitiba). Os resultados não indicam diferenças significativas para os dois primeiros, mas evidenciam fortes alterações ao considerar as unidades inframunicipais. O nível de agregação tem impacto na qualidade do coeficiente e no poder explicativo dos modelos - autocorrelações que vão de 0,366, considerando bairros, para 0,786, com voto geolocalizado nos locais de votação. Existem ainda alterações consideráveis nos padrões de distribuição espacial dos resultados eleitorais. Sugerimos alternativas metodológicas para os trabalhos que utilizam o espaço como categoria analítica na Ciência Política brasileira, como as linhas de pesquisa em "conexão eleitoral" e geografia eleitoral. 2021-09-10T17:24:32Z 2021-09-10T17:24:32Z 2016 Outro GONÇALVES, Ricardo Dantas; CERVI, Emerson Urizzi. Nível de agregação importa? Testando modelos de análise geoespacial aplicados a resultados eleitorais brasileiros. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPOCS, 40., 2016, Caxambu, MG. Anais eletrônicos [...]. São Paulo: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais, 2016. p. [1-25]. http://bibliotecadigital.tse.jus.br/xmlui/handle/bdtse/9358 pt_BR <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt_BR"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/4.0/88x31.png" /></a><br />Este item está licenciado com uma Licença <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt_BR">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional</a>. 25 p. |
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Trata de questões metodológicas em inferências ecológicas com resultados eleitorais. O objetivo é verificar se as escalas de agregação importam para as explorações com dados eleitorais no Brasil. Aplicamos os mesmos testes de autocorrelação, aos votos do PT no segundo turno do pleito presidencial de 2014, em cinco unidades espaciais de análise: 1) Municípios e 2) Zonas Eleitorais; (considerando todo o território nacional); 3) Locais de Votação, 4) Bairros e 5) Zonas Eleitorais (considerando as unidades inframunicipais de Curitiba). Os resultados não indicam diferenças significativas para os dois primeiros, mas evidenciam fortes alterações ao considerar as unidades inframunicipais. O nível de agregação tem impacto na qualidade do coeficiente e no poder explicativo dos modelos - autocorrelações que vão de 0,366, considerando bairros, para 0,786, com voto geolocalizado nos locais de votação. Existem ainda alterações consideráveis nos padrões de distribuição espacial dos resultados eleitorais. Sugerimos alternativas metodológicas para os trabalhos que utilizam o espaço como categoria analítica na Ciência Política brasileira, como as linhas de pesquisa em "conexão eleitoral" e geografia eleitoral. |
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