Consultas do Conselho d'Estado sobre negócios concernentes ao Ministério da Marinha
As consultas referentes aos anos de 1851 a 1875 foram coligidas e anotadas por Constantino do Amaral Tavares, formando todas estas Consultas um total de 4 volumes, a saber: v. 1. annos de 1842 a 1850, v. 2. annos de 1851 a 1860, v. 3. annos de 1861 a 1870 e v. 4. annos de 1871 a 1875. "Na const...
| Autor principal: | Andrada, Antonio Carlos Cesar de Mello, 1830-1879 |
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| Outros Autores: | Brasil. Conselho de Estado |
| Tipo de documento: | Texto |
| Publicado em: |
Typographia Perseverança
2012
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| Assuntos: | |
| Obter o texto integral: |
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oai:bdjur.stj.jus.br.col_id_28:oai:www2.senado.gov.br:id-2428032024-10-30 Consultas do Conselho d'Estado sobre negócios concernentes ao Ministério da Marinha Andrada, Antonio Carlos Cesar de Mello, 1830-1879 Brasil. Conselho de Estado Brasil. Ministério da Marinha (MM) Administração militar Organização militar As consultas referentes aos anos de 1851 a 1875 foram coligidas e anotadas por Constantino do Amaral Tavares, formando todas estas Consultas um total de 4 volumes, a saber: v. 1. annos de 1842 a 1850, v. 2. annos de 1851 a 1860, v. 3. annos de 1861 a 1870 e v. 4. annos de 1871 a 1875. "Na construção da identidade do Estado Imperial brasileiro, o Conselho de Estado assumiu um papel central. A instituição havia sido criada oficialmente logo após a Independência e confirmada pela Carta constitucional de 1824. Seguia o modelo dos velhos conselhos áulicos europeus, com membros vitalícios, sofrendo a influência de uma prática político- administrativa tradicionalmente associada ao regime monárquico no velho continente. O primeiro Conselho atuou junto ao imperador Pedro I desde 1823, sobrevivendo à sua abdicação em 1831. Extinto no conjunto das medidas de caráter liberal presentes na reforma constitucional de 1834, foi restabelecido em 1841 como expressão dos esforços de reforma e pacificação do país e manutenção da ordem pública após os conturbados anos das regências. [...] Ao longo de todo o II Reinado, o Conselho resistiu, juntamente com o Senado, como a mais estável e sólida das instituições monárquicas. Sua atuação política sempre excedeu suas atribuições originais e foi suprimido apenas com o desaparecimento da própria monarquia [...]." (MARTINS, Maria Fernanda Vieira. A velha arte de governar: o Conselho de Estado no Brasil Imperial. TOPOI, v. 7, n. 12, p. 178-221, jan./jun. 2006.) Colligidas e annotadas em virtude de ordem do governo por Antonio Carlos Cesar de Mello Andrada v. 1. Annos de 1842 a 1850. 2012-08-14T19:10:09Z 2013-04-17T14:25:47Z 1868 Texto Livro Obra rara http://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242803 Blake, Sacramento. Diccionario bibliographico brazileiro. Rio de Janeiro : Typ. Nacional, 1883-1902. v. 1., p. 125; v. 2., 135. v. ; 25 cm. application/pdf Typographia Perseverança |
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Brasil. Ministério da Marinha (MM) Administração militar Organização militar |
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Brasil. Ministério da Marinha (MM) Administração militar Organização militar Andrada, Antonio Carlos Cesar de Mello, 1830-1879 Consultas do Conselho d'Estado sobre negócios concernentes ao Ministério da Marinha |
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As consultas referentes aos anos de 1851 a 1875 foram coligidas e anotadas por Constantino do Amaral Tavares, formando todas estas Consultas um total de 4 volumes, a saber: v. 1. annos de 1842 a 1850, v. 2. annos de 1851 a 1860, v. 3. annos de 1861 a 1870 e v. 4. annos de 1871 a 1875. "Na construção da identidade do Estado Imperial brasileiro, o Conselho de Estado assumiu um papel central. A instituição havia sido criada oficialmente logo após a Independência e confirmada pela Carta constitucional de 1824. Seguia o modelo dos velhos conselhos áulicos europeus, com membros vitalícios, sofrendo a influência de uma prática político- administrativa tradicionalmente associada ao regime monárquico no velho continente. O primeiro Conselho atuou junto ao imperador Pedro I desde 1823, sobrevivendo à sua abdicação em 1831. Extinto no conjunto das medidas de caráter liberal presentes na reforma constitucional de 1834, foi restabelecido em 1841 como expressão dos esforços de reforma e pacificação do país e manutenção da ordem pública após os conturbados anos das regências. [...] Ao longo de todo o II Reinado, o Conselho resistiu, juntamente com o Senado, como a mais estável e sólida das instituições monárquicas. Sua atuação política sempre excedeu suas atribuições originais e foi suprimido apenas com o desaparecimento da própria monarquia [...]." (MARTINS, Maria Fernanda Vieira. A velha arte de governar: o Conselho de Estado no Brasil Imperial. TOPOI, v. 7, n. 12, p. 178-221, jan./jun. 2006.) |
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Andrada, Antonio Carlos Cesar de Mello, 1830-1879 |
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