Simulações para o resultado primário estrutural do governo central
O resultado primário estrutural (RPE) corresponde ao resultado convencional livre do efeito do ciclo econômico e também dos eventos não recorrentes. A partir do RPE, é possível avaliar se a política fiscal é contracionista, expansionista ou neutra em dado período. Este Estudo Especial (EE) visa esti...
| Autor principal: | Senado Federal. Instituição Fiscal Independente |
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| Outros Autores: | Andrade, Alexandre Augusto Seijas de |
| Tipo de documento: | Texto |
| Publicado em: |
Brasília : Senado Federal, Instituição Fiscal Independente
2021
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oai:bdjur.stj.jus.br.col_id_300010:oai:www2.senado.gov.br:id-5946562024-10-30 Simulações para o resultado primário estrutural do governo central Senado Federal. Instituição Fiscal Independente Andrade, Alexandre Augusto Seijas de Pinto, Vilma da Conceição Orçamento público, periódico, Brasil Finanças públicas, Brasil Política fiscal, Brasil Produto interno bruto (PIB), Brasil O resultado primário estrutural (RPE) corresponde ao resultado convencional livre do efeito do ciclo econômico e também dos eventos não recorrentes. A partir do RPE, é possível avaliar se a política fiscal é contracionista, expansionista ou neutra em dado período. Este Estudo Especial (EE) visa estimar o resultado primário estrutural para o governo central a partir das estimativas de hiato do produto e do cálculo das elasticidades dos grupamentos de receitas em relação ao PIB realizadas pela IFI nos EE nºs 4 e 16. Nossas simulações indicam que, em 2020,o resultado primário estrutural foi deficitário em 1,2% do PIB. Ou seja, expurgando o efeito do ciclo econômico (-1,5% do PIB) e dos eventos não recorrentes (-7,3% do PIB), o resultado primário do governo central continuaria sendo deficitário. Do ponto de vista da orientação da política fiscal, classificada a partir da variação do resultado estrutural no período (o chamado impulso fiscal), esta ficou próxima da neutralidade em 2020 (impulso fiscal de 0,1p.p.do PIB), mas ao considerar o componente não recorrente, houve expansão fiscal de 8,5 p.p. do PIB. Vilma da Conceição Pinto e Alexandre Andrade Introdução e revisão da literatura — Metodologia — Resultado primário convencional e eventos não recorrentes — Hiato do produto e elasticidade da receita em relação ao PIB — Cálculo do Resultado Primário Estrutural e do impulso fiscal — Resultados — Impulso fiscal ajustado — Conclusão — Referências — Apêndice – Componentes do resultado fiscal estrutural e impulso fiscal. 2021-12-22T16:45:14Z 2021-12-22 Texto Artigo https://www2.senado.gov.br/bdsf/handle/id/594656 Estudo especial ; n. 17 https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/536764 https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/593776 CC0 1.0 Universal http://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/ 28 p. : il., gráfs. application/pdf Brasília : Senado Federal, Instituição Fiscal Independente |
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Orçamento público, periódico, Brasil Finanças públicas, Brasil Política fiscal, Brasil Produto interno bruto (PIB), Brasil |
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O resultado primário estrutural (RPE) corresponde ao resultado convencional livre do efeito do ciclo econômico e também dos eventos não recorrentes. A partir do RPE, é possível avaliar se a política fiscal é contracionista, expansionista ou neutra em dado período. Este Estudo Especial (EE) visa estimar o resultado primário estrutural para o governo central a partir das estimativas de hiato do produto e do cálculo das elasticidades dos grupamentos de receitas em relação ao PIB realizadas pela IFI nos EE nºs 4 e 16. Nossas simulações indicam que, em 2020,o resultado primário estrutural foi deficitário em 1,2% do PIB. Ou seja, expurgando o efeito do ciclo econômico (-1,5% do PIB) e dos eventos não recorrentes (-7,3% do PIB), o resultado primário do governo central continuaria sendo deficitário. Do ponto de vista da orientação da política fiscal, classificada a partir da variação do resultado estrutural no período (o chamado impulso fiscal), esta ficou próxima da neutralidade em 2020 (impulso fiscal de 0,1p.p.do PIB), mas ao considerar o componente não recorrente, houve expansão fiscal de 8,5 p.p. do PIB. |
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