O uso da linguagem da propaganda em contraste com a linguagem culta
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Educação São Luís, como exigência parcial para a conclusão do CURSO de Língua Portuguesa.
| Autor principal: | Curia, Augusto |
|---|---|
| Outros Autores: | Godoy, Maria Carolina de |
| Tipo de documento: | Trabalho Acadêmico |
| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
O Autor
2008
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| Assuntos: | |
| Obter o texto integral: |
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oai:bdjur.stj.jus.br.pi:oai::380592024-11-19 O uso da linguagem da propaganda em contraste com a linguagem culta Curia, Augusto Godoy, Maria Carolina de Linguagem Propaganda Língua portuguesa Erro Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Educação São Luís, como exigência parcial para a conclusão do CURSO de Língua Portuguesa. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) - Faculdade de Educação, São Luís, Jaboticabal, 2008 As Gramáticas Normativas mais tradicionais têm-se arrogado o direito de oferecer um padrão de "bem" falar o idioma pátrio, colocando na condição de reprovável toda forma lingüística que margeie o que se costuma chamar de "padrão culto" da língua. Todavia, estudos mais modernos e contemporâneos apontam para a observação de um viés diferente: a atenção à ocorrência - em largo espectro da sociedade - das formas variantes. Esse viés, evidentemente mais democrático e nada preconceituoso, traz, para o seio da comunicação verbal aceitável, um conjunto interessante de falares analisados à luz de fatores que explicam suas variantes. Obviamente, neste país de dimensões continental e exposto às mais variadas influências lingüísticas, desde suas origens, não é de se estranhar a rica diversidade nacional. Não resta dúvida de que a educação lingüística - a qual deve estar inserida em todo o processo de formação do educando - não pode ser desprezada, não se pode levar ao exagero de alçar à condição de ¿texto sagrado¿ a determinação das gramáticas normativas (muitas das quais divergem entre si na explicação dos fatos da língua). Quando se trata do uso da língua nas mensagens propagandísticas - que visam a um universo amplo de receptores - nada mais justo e democrático do que a prevalência do dizer coloquial, tendo em vista a abrangência de seu escopo. O Autor 2008 Trabalho Acadêmico application/pdf 35 p. https://biblioteca.sophia.com.br/terminal/9549/acervo/detalhe/38059 Português https://biblioteca.sophia.com.br/terminal/9549/acervo/detalhe/38059 |
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