A violência simbólica na sociedade do cansaço do século XXI

Os fascículos constantes no campo "FONTES-PERIÓDICO-AVULSA" não fazem parte do acervo da Biblioteca.

Principais autores: Cordeiro, Francisco Antonio Vieira, Friede, Roy Reis, Miranda, Maria Geralda de
Tipo de documento: Artigo
Idioma: Português
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spelling oai:bdjur.stj.jus.br.pi:oai:trf2.jus.br:1291242024-05-07 A violência simbólica na sociedade do cansaço do século XXI Cordeiro, Francisco Antonio Vieira Friede, Roy Reis Miranda, Maria Geralda de PODER VIOLÊNCIA SOCIEDADE Os fascículos constantes no campo "FONTES-PERIÓDICO-AVULSA" não fazem parte do acervo da Biblioteca. Inclui bibliografia. Produção intelectual. Trata-se de uma narrativa e pesquisa bibliográfica sobre os conceitos de poder simbólico e violência simbólica para o filósofo francês, Pierre Bourdieu, que foi docente na École de Sociologie du Collège de France, confrontando com o conceito de sociedade do cansaço,do sul-coreano, radicado na Alemanha, Byung-Chul Han, filósofo e professor de Filosofia e Estudos Culturais na Universidade de Berlim. O artigo analisa esse poder praticamente imperceptível que se transmite por meio da comunicaçãoe do discurso, mas que funciona como um instrumento político de manutenção das desigualdades sociais que são os instrumentos de coesão social para legitimar a dominação. O poder simbólico mascara uma violência invisível existente na sociedade pós-moderna do desempenho permissiva e pacífica, que induz o indivíduo a se posicionar no espaçofísico seguindo critérios e padrões do discurso dominante. Essa violência é exercida, em parte, com o consentimento de quem a sofre. A violência simbólica nem é percebida como violência, mas como uma espécie de interdição desenvolvida com base em um respeito que se exerce de um para com o outro. Nessa sociedade, o indivíduo perdeu a capacidade de mergulhar num ócio criativo e, em lugar da coação estranha, surge a auto coação, uma violência autogerada, que é mais fatal do que a outra, pois a vítima imagina ser alguém livre. A coação pelo desempenho força-o a produzir cada vez mais, sem alcançar um ponto de repouso. Ele está cansado, esgotado de si mesmo, de lutar consigo mesmo. A pressão exercida sobre o sujeito traz consigo o desenvolvimento de doenças neuronais como a depressão, o transtorno de déficit de atenção, a síndrome de hiperatividade e a síndrome de burnout, representando a paisagem patológica do começo do século XXI. [s.d.] Artigo de Revista application/pdf http://www7.trf2.jus.br/sophia_web/index.asp?codigo_sophia=129124 Português http://www7.trf2.jus.br/sophia_web/index.asp?codigo_sophia=129124&midiaext=78240
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