Igualando violência e assédio : um conflito silenciado?

Conteúdo restrito em respeito à legislação de direitos autorais. Livro disponível na Biblioteca.

Autor principal: Farah, Bruno
Tipo de documento: Capítulo de livro
Idioma: Português
Publicado em: [s.d
Assuntos:
OIT
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spelling oai:bdjur.stj.jus.br.pi:oai:trf2.jus.br:1500032024-05-07 Igualando violência e assédio : um conflito silenciado? Farah, Bruno ASSÉDIO MORAL VIOLÊNCIA TRABALHO DESIGUALDADE IDENTIDADE DE GÊNERO CONVENÇÃO SOBRE A ELIMINAÇÃO DA VIOLÊNCIA E DO ASSÉDIO NO MUNDO DO TRABALHO OIT Conteúdo restrito em respeito à legislação de direitos autorais. Livro disponível na Biblioteca. Inclui bibliografia. Sumário: 1. Introdução. 2. De volta à natureza doméstica. 3. Yes we can. 4. Discutindo a relação. 5. A privatização do feminino. 6. A Convenção 190 da OIT e os impasses epistemológicos em igualar violência e assédio. 7. Os beneficios práticos da ocorrência única. 8. É preciso escutar as mulheres. 9. Considerações finais. 10. Referências bibliográficas Produção intelectual. Propondo o debate sobre o silenciamento estrutural do reconhecimento do lugar de fala feminista pelo lugar de fala patriarcal, ocupado pela Convenção 190 da OIT, sugere- se a impossibilidade de enunciar direcionamentos humanizadores, voltados ao enfrentamento de contextos assediantes estruturais, como no caso do assédio moral de gênero. Entende-se o radical crescimento do cercamento moral de gênero de inúmeras trabalhadoras, no atual contexto pandêmico, como uma resposta violenta do discurso patriarcai à proposta emancipatória do movimento feminista contra a desigualdade de gênero, enunciada na transição para a sociedade do desempenho. Por meio da análise genealógica das principais linhas de forças destes dois períodos, produtoras da negação estrutural do lugar de fala feminista pela "virilidade defensiva" do discurso patriarcal, pretende-se destacar, na proposta da Convenção 190 sobre a ocorrência única, o impasse epistemológico do recurso à igual ação das noções de violência e assédio. Conclui-se que o recurso à equiparação e à simplificação orienta, antes, estratégias defensivas negacionistas, acionadas do lugar de fala patriarcal, do que o fortalecimento do lugar de fala feminista, propositor de ações diferenciadoras, analíticas, complexas e relacionais. [s.d.] Capítulo de Livro application/pdf http://www7.trf2.jus.br/sophia_web/index.asp?codigo_sophia=150003 Português http://www7.trf2.jus.br/sophia_web/index.asp?codigo_sophia=150003&midiaext=102220
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