Estratégias de controle da democracia : a aristocracia oculta
A hodiernidade trouxe para o mundo um amplo canal de comunicação por meio de suas redes informáticas, possibilitando um enorme avanço ao espírito democrático, porém, éin nenhum momento, essa experiência se dá sem o controle das estruturas dominantes de poder. Esse novo modelo democrático se faz c...
| Autor principal: | Henriques, Toni |
|---|---|
| Outros Autores: | Tribunal Superior Eleitoral |
| Tipo de documento: | Artigo |
| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
2024
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| Assuntos: | |
| Obter o texto integral: |
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oai:bibliotecadigital.tse.jus.br:bdtse-131812024-12-13T18:03:22Z Estratégias de controle da democracia : a aristocracia oculta Control tatics on democracy : the hidden arjstocracy Henriques, Toni Tribunal Superior Eleitoral Democracia Imprensa Fake news A hodiernidade trouxe para o mundo um amplo canal de comunicação por meio de suas redes informáticas, possibilitando um enorme avanço ao espírito democrático, porém, éin nenhum momento, essa experiência se dá sem o controle das estruturas dominantes de poder. Esse novo modelo democrático se faz como uma ampliação da experiência grega, trazendo não apenas os elementos que, em teoria, poderiam ser considerados louváveis nesse fato de nossa história antiga, como também todas as suas estruturas manipulativas, em especial o moderno sofista: a imprensa. Imprensa, propaganda e toda uma estrutura secular dominante do poder econômico, ainda que essas últimas busquem manter-se ocultas, fazem dessa rede mundial seu playground para a manutenção do status quo, criando, inclusive, ferramentas de manipulação social aplicados diariamente em todas as sociedades ditas democráticas. Esse contexto nos leva a questionar se de fato há urna democracia ou se simplesmente sobrevivemos a um sórdido jogo de poder. Pormenorizados alguns elementos, tateamos nessa sombria democracia, orbitando suas estratégias manipulativas, visando aquela simbólica luz que se supõe existir ao final do túnel. Tratando-se de um ensaio inicial poder-se-ia afirmar que nossa investigação é rasa, quiçá inoportuna, porém como o tema é obscuro e fronteiriço com o limiar das denominadas "teorias conspiratórias", preferimos delimitá-lo naquilo que há de mais objetivo e aparente em suas nuances para temperá-lo com a análise multidisciplinar que o tema merece. La modernidad trajo para el mundo un amplio canal de comunicación por medio de sus redes informáticas, posibilitando un gran avanzo en el espírito democrático, pero, en ningún momento, esa experiencia se da sin en control de las estrucntras dominantes dei poder. Ese nuevo modelo democrático se hace coo una ampliación de la experiencia griega, trayendo no apenas los elementos que, en teoría, podrian ser considerados alabables en ese fato de nuestra historia antigua, pero también de todas sus estructuras manipulativas, en especial el moderno sofista: la prensa. La prensa, propaganda e toda una estructura secular dominante dei poder económico, aunque que esas últimas busquen mantenerse ocultas, hacen de esa red mundial su playground para la manutención dei status quo, criando, inclusive, herramientas de manipulación social aplicados diariamente en todas las sociedades ditas democráticas. Este contexto nos lleva a cuestionarnos si realmente existe una democracia o si simplemente sobrevivimos a un sórdido juego de poder. Detallando algunos elementos, sentimos esta democracia oscura, orbitando sus estrategias manipuladoras, apuntando a esa luz simbólica que se supone que existe ai final dei túnel. AI tratarse de un ensayo inicial, se podría decir que nuestra investigación es superficial, quizás inoportuna, pero como e! tema es oscuro y rayano en el umbral de las llamadas "teorias de la conspiración", preferimos delimitarlo en lo que es más objetivo y aparente en sus matices para condimentarlo con el análisis multidisciplinar que merece el tema. 2024-12-09T18:32:46Z 2024-12-09T18:32:46Z 2019 Artigo Estratégias de controle da democracia: a aristocracia oculta. Revista Ballot, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, p. 206-238, 2019. http://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/13181 n. 1 v. 5 pt_BR <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.pt_BR"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc/4.0/88x31.png" /></a><br />Este item está licenciado com uma Licença <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.pt_BR">Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional</a>. 33 p. application/pdf image/jpeg |
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estruturas dominantes de poder. Esse novo modelo democrático se faz como uma
ampliação da experiência grega, trazendo não apenas os elementos que, em teoria,
poderiam ser considerados louváveis nesse fato de nossa história antiga, como também
todas as suas estruturas manipulativas, em especial o moderno sofista: a imprensa.
Imprensa, propaganda e toda uma estrutura secular dominante do poder econômico, ainda
que essas últimas busquem manter-se ocultas, fazem dessa rede mundial seu playground
para a manutenção do status quo, criando, inclusive, ferramentas de manipulação social
aplicados diariamente em todas as sociedades ditas democráticas. Esse contexto nos leva a
questionar se de fato há urna democracia ou se simplesmente sobrevivemos a um sórdido
jogo de poder. Pormenorizados alguns elementos, tateamos nessa sombria democracia,
orbitando suas estratégias manipulativas, visando aquela simbólica luz que se supõe existir
ao final do túnel. Tratando-se de um ensaio inicial poder-se-ia afirmar que nossa
investigação é rasa, quiçá inoportuna, porém como o tema é obscuro e fronteiriço com o
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