Tempus regit actum

Ouem é o usuário? Ou quem é esse personagem diante da máquina que transforma, afinal em serviços, o parque computacional da Instituição? Por que quase sempre ele é o último a saber, embora os planos e evoluções sejam exercidos em seu nome? quousque tandem? Mesmo que as realizações da Informática não...

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Autor principal: Guimaraes, Joao Francisco
Tipo de documento: Artigo
Idioma: Português
Publicado em: [s.d
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Resumo: Ouem é o usuário? Ou quem é esse personagem diante da máquina que transforma, afinal em serviços, o parque computacional da Instituição? Por que quase sempre ele é o último a saber, embora os planos e evoluções sejam exercidos em seu nome? quousque tandem? Mesmo que as realizações da Informática não se traduzam sempre sob a forma de soluções, é fatal que todas as soluções do porvir efetivem-se, cada vez mais, por via da Informatlca Isso deve suscitar amplo debate dado que definirá as relaçôes entre as pessoas, os blocos entre países e as nações, na Sociedade do terceiro milênio. No presente artigo, um técnico invoca os novos tempos e a acelerada taxa de mudanças paradigmátlcas estimulada pela tecnologia, para ensaiar o traçado do cenário - ainda que incipiente conceitual ou filosófico - no qual o usuário é o centro de gravitação da aplicabilidade da informática. Ambientes tais como o da prestação Jurisdicional sujeitos a ritos sistemáticos no que tange ao adensamento do uso da informatica, devem adotar como leilmotiv as relações entre as pessoas nas suas dimensões básicas a fisica, a Institucional e a cultural. Tais relações simbolizadas, respectivamente, pelo contato contrato e compromisso além de terem o condão de domesticar a tecnologia - enralzando-a sob a forma de regras locais do negócio - tornam mais claros os papéis de técnicos e usuários perante o compromisso final de prestar serviços.