| Resumo: |
Discorre sobre a experiência do Acordo Norte-Americano de Livre Comércio - Nafta, sua origem, semelhanças e dessemelhanças com o Mercosul e com a Comunidade Européia. Destaca a integração de países assimétricos - Estados Unidos, Canadá e México - como uma de suas características específicas mais interessantes. Remonta aos antecedentes do
Nafta: o "Auto Pact", entre Estados Unidos e Canadá; o fenômeno das maquiladoras,
no México; o "Free Trade Agreement", também entre os Estados Unidos e o Canadá.
Destaca ser o Nafta um modelo de integração restrita no qual seus membros cedem, transferem ou delegam limitadamente sua soberania, definindo-o, por tais razões, mais como uma zona preferencial de comércio e menos como um processo de integração. Dá ênfase ao problema da transferência da livre circulação de mão-de-obra, assustador para os Estados Unidos, e à preocupação com a proteção de propriedade industrial e meio ambiente, bastante presente no Nafta e ponto de inspiração para o Mercosul. Chama atenção para o sistema de regras de origem, para as regras específicas no processo de livre comércio e para as cláusulas de salvaguarda existentes no modelo Nafta.
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