| Resumo: |
No Brasil existe um déficit de representatividade de gênero expresso na ínfima representatividade das
mulheres nas esferas de poder. Isso constitui um reflexo da sociedade patriarcal brasileira. Para se
tentar reverter esse cenário, instituíram-se as políticas de cotas nas Leis 9.100/95 e 9.504/97. Contudo,
essa inserção não representou um aumento significativo. E, agora, na reforma política, outras
propostas de cotas de inclusão da mulher vêm sendo desenhadas no Congresso Nacional. Em virtude
disso, pretende-se analisar no presente artigo se essas inserções representarão avanços no combate a
esse déficit ou, se outras teorias, como a participação paritárias, devem ser adotadas para que ocorra,
factualmente, a representatividade feminina no cenário político. A metodologia foi realizada pelo
método indutivo hipotético, numa abordagem crítico-comparativa, mediante pesquisa bibliográfica e
documental.
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