| Resumo: |
Analisa a dignidade da pessoa humana no Estado brasileiro como um de seus fundamentos e o direito eleitoral, como meio de exercício da cidadania e, deste modo como
fundamento da dignidade se sobrepõe do direito eleitoral. A constatação da propaganda eleitoral, no
sentido largo da expressão, como se percebe, é sempre voltada a obter a simpatia do eleitor para se
traduzir em voto, sem a mínima preocupação com a ética e sem prestigiar o eleitor como ser humano,
que deve receber do Estado e das instituições, partidos políticos, um tratamento digno. A transmissão
de mensagem ilusória, que engana se traduz em comportamento que não considera a dignidade da
pessoa humana. Ter tratamento digno não é só receber moradia, saúde e aposentadoria (o que não se
recebe a contento), mas sim, também receber mensagens verdadeiras, com preocupação com o povo e
a população. A relação entre dignidade da pessoa humana e direito eleitoral é inquebrantável; mas
estando a dignidade em sobreposição.
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