Os atores que integram o ecossistema de campanha : um estudo de caso das eleições municipais de Curitiba de 2016
Mapeia a rede oficial da campanha municipal de Curitiba de 2016 no Facebook. Com as expressivas mudanças na legislação sobre o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE), ocorridas em 2015 e vigentes em 2016, a internet se tornou uma aliada ainda mais preponderante dos candidatos. Por meio da c...
| Autor principal: | Tavares, Camilla Quesada |
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| Outros Autores: | Tribunal Superior Eleitoral |
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| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
2021
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oai:bdjur.stj.jus.br.col_bdtse_4134:oai:localhost:bdtse-93142024-10-14 Os atores que integram o ecossistema de campanha : um estudo de caso das eleições municipais de Curitiba de 2016 Tavares, Camilla Quesada Tribunal Superior Eleitoral Eleição municipal Campanha eleitoral Propaganda eleitoral Internet Comunicação em política Curitiba (PR) Facebook Mapeia a rede oficial da campanha municipal de Curitiba de 2016 no Facebook. Com as expressivas mudanças na legislação sobre o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE), ocorridas em 2015 e vigentes em 2016, a internet se tornou uma aliada ainda mais preponderante dos candidatos. Por meio da campanha online, sem limites de tempo e espaço, é possível criar uma rede de apoio muito mais difusa e eficiente para fazer o conteúdo político chegar até o eleitor. Além disso, possibilita que outros atores entrem nesse processo de fazer a mediação de conteúdos, para além dos próprios veículos jornalísticos tradicionais. Assim, buscamos compreender quais agentes compõem a rede política da campanha municipal curitibana, algo ainda pouco explorado. A metodologia que se utiliza é a análise de redes (MONGE; CONTRACTOR, 2013; RECUERO; BASTOS; ZAGO, 2015; FU, 2016), que permite visualizar a rede de interação entre esses atores. Os resultados parciais demonstram que a rede oficial de campanha é construída basicamente a partir de apoiadores políticos; veículos jornalísticos, blogueiros e movimentos sociais aparecem pouco entre os agentes identificados. 2021-09-03T20:52:59Z 2021-09-03T20:52:59Z 2017 Outro TAVARES, Camilla Quesada. Os atores que integram o ecossistema de campanha: um estudo de caso das eleições municipais de Curitiba de 2016. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPOCS, 41., 2017, Caxambu, MG. Anais eletrônicos [...]. São Paulo: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais, 2017. p. [1-27]. http://bibliotecadigital.tse.jus.br/xmlui/handle/bdtse/9314 pt_BR <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt_BR"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/4.0/88x31.png" /></a><br />Este item está licenciado com uma Licença <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt_BR">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional</a>. 27 p. |
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Mapeia a rede oficial da campanha municipal de Curitiba de 2016 no Facebook. Com as expressivas mudanças na legislação sobre o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE), ocorridas em 2015 e vigentes em 2016, a internet se tornou uma aliada ainda mais preponderante dos candidatos. Por meio da campanha online, sem limites de tempo e espaço, é possível criar uma rede de apoio muito mais difusa e eficiente para fazer o conteúdo político chegar até o eleitor. Além disso, possibilita que outros atores entrem nesse processo de fazer a mediação de conteúdos, para além dos próprios veículos jornalísticos tradicionais. Assim, buscamos compreender quais agentes compõem a rede política da campanha municipal curitibana, algo ainda pouco explorado. A metodologia que se utiliza é a análise de redes (MONGE; CONTRACTOR, 2013; RECUERO; BASTOS; ZAGO, 2015; FU, 2016), que permite visualizar a rede de interação entre esses atores. Os resultados parciais demonstram que a rede oficial de campanha é construída basicamente a partir de apoiadores políticos; veículos jornalísticos, blogueiros e movimentos sociais aparecem pouco entre os agentes identificados. |
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