Os sete pecados capitais da teoria da interpretação

SUMÁRIO: Introdução; – 1. Realidade social e fenômeno jurídico na complexidade do ordenamento - 2. Dificuldades entre a teoria e prática. Os sete pecados capitais: a preguiça - 3. Os demais pecados capítais: o orgulho; a ganância; a inveja; a avareza; a gula; a luxúria - 4. Notas conclusivas...

ver mais

Autor principal: Tepedino, Gustavo
Tipo de documento: Artigo
Idioma: Português
Publicado em: [s.d
Assuntos:
Obter o texto integral:
id trf2_149809
recordtype trf2
spelling Os sete pecados capitais da teoria da interpretação Tepedino, Gustavo CONSTITUCIONALISMO DEMOCRACIA INTERPRETAÇÃO TEORIA ATIVISMO JUDICIAL SUMÁRIO: Introdução; – 1. Realidade social e fenômeno jurídico na complexidade do ordenamento - 2. Dificuldades entre a teoria e prática. Os sete pecados capitais: a preguiça - 3. Os demais pecados capítais: o orgulho; a ganância; a inveja; a avareza; a gula; a luxúria - 4. Notas conclusivas O triunfo do constitucionalismo democrático e da doutrina da efetividade traz consigo um novo papel do intérprete. A magistratura, nesse contexto, possui a responsabilidade de concretizar, a partir da atividade jurisdicional, os valores e fins constitucionais, o que, por vezes, poderá representar ativismo judicial, na medida em que se revelar necessário interferir na esfera de atuação dos demais Poderes. A noção de ativismo, portanto, como ruptura do formalismo positivista, mostra-se benfazejo e alvissareiro método hermenêutico em prol da efetividade dos comandos constitucionais, contanto que se estabeleçam balizas pré-definidas para a atuação do magistrado, evitando, assim, desequilíbrio na moldura institucional em que se assentam as democracias contemporâneas. O artigo propõe, nessa linha, reflexão acerca do ativismo judicial na experiência brasileira, passando, necessariamente, pelo destaque do esforço metodológico das últimas décadas na construção de hermenêutica que seja, a um só tempo, comprometida com a efetividade das normas constitucionais na complexidade do ordenamento e vinculada à estrutura institucional da democracia constitucional. Procura-se ilustrar - ainda que de forma reducionista - os perigos que se camuflam na adoção de técnica interpretativa conservadora na figura dos sete pecados capitais, destacando a importância que assume a fundamentação das decisões para que contorne, sem ignorar axiologia constitucional, a tênue linha divisória entre a atuação alvissareira do magistrado e o voluntarismo ideológico [s.d.] Artigo de Revista application/pdf http://biblioteca.trf2.jus.br/sophia_web/index.asp?codigo_sophia=149809 Português http://biblioteca.trf2.jus.br/sophia_web/index.asp?codigo_sophia=149809&midiaext=117597
institution TRF 2ª Região
collection TRF 2ª Região
language Português
topic CONSTITUCIONALISMO
DEMOCRACIA
INTERPRETAÇÃO
TEORIA
ATIVISMO JUDICIAL
spellingShingle CONSTITUCIONALISMO
DEMOCRACIA
INTERPRETAÇÃO
TEORIA
ATIVISMO JUDICIAL
Tepedino, Gustavo
Os sete pecados capitais da teoria da interpretação
description SUMÁRIO: Introdução; – 1. Realidade social e fenômeno jurídico na complexidade do ordenamento - 2. Dificuldades entre a teoria e prática. Os sete pecados capitais: a preguiça - 3. Os demais pecados capítais: o orgulho; a ganância; a inveja; a avareza; a gula; a luxúria - 4. Notas conclusivas
format Artigo
author Tepedino, Gustavo
title Os sete pecados capitais da teoria da interpretação
title_short Os sete pecados capitais da teoria da interpretação
title_full Os sete pecados capitais da teoria da interpretação
title_fullStr Os sete pecados capitais da teoria da interpretação
title_full_unstemmed Os sete pecados capitais da teoria da interpretação
title_sort os sete pecados capitais da teoria da interpretação
publishDate [s.d
url http://biblioteca.trf2.jus.br/sophia_web/index.asp?codigo_sophia=149809
_version_ 1870273581726826496
score 12,537126