Eleições, populismo e desinformação digital : o papel das redes sociais frente a estigmatização da imprensa
Avalia o papel das redes sociais diante do processo de desinformação digital, processo esse aproveitado pela linguagem de discursos populistas, e catalisado pela estigmatização da imprensa tradicional. Adota-se como hipótese o emprego conjunto, por parte das redes sociais, de uma curadoria de conteú...
| Principais autores: | Botelho, Marcos César, Junqueira, Beatriz Pereira, Terenzi, Gabriel Vieira |
|---|---|
| Outros Autores: | Tribunal Superior Eleitoral |
| Tipo de documento: | Artigo |
| Idioma: | Português |
| Publicado em: |
2023
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oai:bdjur.stj.jus.br.col_bdtse_4134:oai:localhost:bdtse-117332024-10-14 Eleições, populismo e desinformação digital : o papel das redes sociais frente a estigmatização da imprensa Elections, populism and digital disinformation : the role of social networks against press stigmatization Botelho, Marcos César Junqueira, Beatriz Pereira Terenzi, Gabriel Vieira Tribunal Superior Eleitoral Democracia Liberdade de expressão Eleições Populismo rede Desinformação Avalia o papel das redes sociais diante do processo de desinformação digital, processo esse aproveitado pela linguagem de discursos populistas, e catalisado pela estigmatização da imprensa tradicional. Adota-se como hipótese o emprego conjunto, por parte das redes sociais, de uma curadoria de conteúdo e de um aprimoramento qualitativo do seu comportamento, hipótese essa que se almeja submeter a tentativa de falseamento, mediante uma metodologia hipotético-dedutiva. Para tanto, passou-se a abordar os conceitos de desinformação e pós-verdade digital, bem como os hábitos que caracterizam esse fenômeno. Em sequência, o trabalho aborda as práticas populistas, demonstrando suas interações com a democracia de audiência e identificando que a imprensa passa a ser, nesses discursos, apontada como parte das "elites" e, assim, considerada inimiga. Verificadas as relações entre os instrumentos que propagam a desinformação digital e a retroalimentação do fenômeno populista, o trabalho passa avaliar as repercussões das posturas propostas como hipótese às redes sociais, concluindo que tais medidas se convertem em respostas adequadas aos riscos decorrentes do populismo eleitoral, por se tratarem de soluções moderadas, que refreiam o antagonismo digital. It aims to evaluate the role of social networks in the process of digital disinformation, which is used by the language of populist discourses, and catalyzed by the stigmatization of the traditional press. It is adopted as a hypothesis the joint use, by the social networks, of a curation of content and a qualitative improvement of their behavior, a hypothesis that aims to submit to an attempt to falsify, through a hypothetical-deductive methodology. Therefore, the concepts of disinformation and post-digital truth, as well as the habits that characterize this phenomenon, began to be addressed. In sequence, the work addresses populist practices, demonstrating their interactions with audience democracy and identifying that the press is, in these discourses, identified as part of the "elites" and, thus, considered an enemy. Once the relationships between the instruments that propagate digital misinformation and the feedback of the populist phenomenon have been verified, the work goes on to assess the repercussions of the positions proposed as a hypothesis for social networks, concluding that such measures become adequate responses to the risks arising from electoral populism, because they are moderate solutions, which reduce digital antagonism. 2023-08-09T17:16:25Z 2023-08-09T17:16:25Z 2021 Artigo BOTELHO, Marcos César; JUNQUEIRA, Beatriz Pereira; TERENZI, Gabriel Vieira. Eleições, populismo e desinformação digital: o papel das redes sociais frente a estigmatização da imprensa. Revista Estudos Institucionais, Rio de Janeiro, v. 7, n. 2, p. 649-680, maio/ago. 2021. DOI: 10.21783/rei.v7i2.601. http://bibliotecadigital.tse.jus.br/xmlui/handle/bdtse/11733 pt_BR <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/deed.pt_BR"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/4.0/88x31.png" /></a><br />Este item está licenciado com uma Licença <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/deed.pt_BR">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional</a>. 32 p. |
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Avalia o papel das redes sociais diante do processo de desinformação digital, processo esse aproveitado pela linguagem de discursos populistas, e catalisado pela estigmatização da imprensa tradicional. Adota-se como hipótese o emprego conjunto, por parte das redes sociais, de uma curadoria de conteúdo e de um aprimoramento qualitativo do seu comportamento, hipótese essa que se almeja submeter a tentativa de falseamento, mediante uma metodologia hipotético-dedutiva. Para tanto, passou-se a abordar os conceitos de desinformação e pós-verdade digital, bem como os hábitos que caracterizam esse fenômeno. Em sequência, o trabalho aborda as práticas populistas, demonstrando suas interações com a democracia de audiência e identificando que a imprensa passa a ser, nesses discursos, apontada como parte das "elites" e, assim, considerada inimiga. Verificadas as relações entre os instrumentos que propagam a desinformação digital e a retroalimentação do fenômeno populista, o trabalho passa avaliar as repercussões das posturas propostas como hipótese às redes sociais, concluindo que tais medidas se convertem em respostas adequadas aos riscos decorrentes do populismo eleitoral, por se tratarem de soluções moderadas, que refreiam o antagonismo digital. |
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Botelho, Marcos César Junqueira, Beatriz Pereira Terenzi, Gabriel Vieira |
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